Somos jornalistas e corremos no trabalho, na vida e na rua

 

Por Julianne Caju

No último domingo (13) participei da minha oitava prova de Corrida de Rua. Para minha felicidade fiz meu melhor tempo em percurso de 10 quilômetros com menos de uma hora. Cumpri a prova com 58 minutos e 40 segundos. Aos leigos isso pode até não significar nada, mas para quem pratica a corrida sabe que um minuto a menos é muito diante do esforço e da vontade de a cada prova melhorar seu tempo. Sendo assim, cada milésimo de segundo são supervalorizados.

Há um ano e oito meses adotei a corrida como aliada para melhoria da minha qualidade de vida. Comecei correndo sozinha e com cronômetro nos dez minutos e pronto! Hoje sigo recomendação técnica do Educador Físico Ney Souza e faço, ou pelo menos me esforço para realizar o treino semanal. Além do cronômetro (hora, minutos e segundos), os quilômetros são meus medidores de desenvolvimento da corrida.

Não sou esportiva e nem exemplo de disciplina nos treinos, mas faço da corrida uma prática super saudável para ter equilíbrio de corpo e de mente. Quando a cabeça vai bem, o corpo agradece! Quando o corpo também vai bem a cabeça também agradece! E como agradece!

Corro para poder gastar energia, ter um bom condicionamento físico e ao mesmo tempo recuperar o ânimo para conseguir realizar bem as funções de ser mulher, esposa, dona de casa, jornalista, amiga, irmã, cristã. Em vez de me jogar na cama pós os treinos, tenho muito mais vontade de fazer acontecer, de querer sair por aí, querendo conquistar outras coisas.

É a corrida faz isso comigo! No domingo descobri que não é só comigo. Encontrei minha colega de profissão Luciane Mildenberger, que corre há cerca de oito meses pelas ruas de Cuiabá em busca também de melhoria de qualidade de vida.

Encontrá-la na III Corrida de Várzea Grande foi sensacional! Meus companheiros de corrida de Rondonópolis, do Grupo Vitallity, não puderam participar desta prova, então eu estava me sentido sozinha, deslocada no meio de várias pessoas e sem alguma identificação. Quando vi a Luciane correndo, aumentei minhas passadas, apliquei as técnicas de corrida (é não basta correr, tem que ter técnica), arrumei a postura, equilibrei a respiração, e fiquei do lado dela e já fui anunciando: “Jornalistas também correm!”.

Fiquei tão empolgada de encontrar a colega, que disparei na corrida. Por alguns metros corri a frente de Luciane. Só que não consegui manter o ritmo e ela me passou linda, leve e correndo! Durante a prova nos encontramos no percurso e depois no final da competição. Luciane chegou muito bem, cumpriu a prova em 55 minutos. Um excelente tempo para quem não vive de corrida de rua.

Nos cumprimentamos felizes da vida por termos realizado mais uma prova de corrida de rua. Lá mesmo, com a adrenalina a flor da pele combinamos de incentivar nossos colegas jornalistas a praticarem atividade física. Sendo assim, aqui vai meu recado: Correr é colocar o corpo em movimento, é balançar os esqueletos, é possibilitar que todos os músculos trabalhem, trabalhem. Correr é mexer os membros inferiores e superiores e ajudar a cabeça entrar nos eixos. Correr é se permitir gastar energias e acumular vontades de querer fazer mais, de correr cada vez mais.

Luciane é com você: “a corrida de rua se tornou um hobby na minha vida sempre tão atribulada. Nunca conseguia achar tempo para cuidar de mim, da minha saúde e do meu bem-estar, só pensava em trabalho, trabalho e trabalho. Foi quando descobri que no meu ambiente de trabalho tinha um grupo de corrida, o Sefaz Runners, que treinava quatro vezes por semana. Confesso, no início foi difícil, mas correr é um vício fascinante, e depois que a gente começa, não quer parar mais. Hoje eu treino com o grupo as segundas, terças, quintas e sábados, sem faltar um dia. Levantar de madrugada que para mim sempre foi um sacrifício, hoje é uma alegria. Acordo às 4h da manhã de sábado para correr, acredita? E pior, eu adoro, é uma satisfação tão grande. Portanto, colega jornalista, faça como eu e a Caju, dê o primeiro passo, ou melhor, corra o primeiro quilômetro. Vai fazer muito bem para sua saúde, sua disciplina, seu prazer e, acima de tudo, para sua vida!”

Julianne Caju, cuiabana de tchapa e cruz, moreninha do CPA, jornalista em Rondonópolis, assessora de imprensa da Fundação MT e da TMG

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Escolhas

Por Marcia Raquel

Há 15 anos eu chegava em Mato Grosso. Algumas malas, umas duas ou três caixas grandes, o peito apertado e o coração aflito me acompanhavam.  Na rodoviária de Várzea Grande (que por sinal continua igualzinha) meu falecido pai me esperava, acho que ele nem acreditava no que estava acontecendo. Meu irmão caçula, que tanto insistira para eu antecipar minha viagem, também estava lá. Era o começo de uma nova vida.

Uma vida que eu nem imaginava como seria. Às vezes, em épocas de mudança, a gente fantasia algumas coisas do tipo: como seria viver em uma casa nova, iniciar um trabalho novo, poder comprar o carro preferido sem se preocupar com o valor… Mas daquela vez eu nem conseguia pensar no que me esperava. Talvez fosse reflexo da reação dos meus amigos ao saber da minha mudança: “Cuiabá?! Nossa, o que você vai fazer lá?” Diante de tal espanto eu só tinha uma resposta: “Ué, vou estudar. Passei na Federal e não posso perder essa chance né”.

Os primeiros meses foram bem difíceis. Não é fácil para uma paranaense recém-chegada andar de ônibus em Cuiabá, ainda mais em tempos de Garça Branca e companhia. Mas, como bem cantou Renato Russo: “Sou um animal sentimental me apego facilmente ao que desperta o meu desejo…”.  Lembro que a minha primeira providência foi tirar carteira de habilitação. Eu não tinha carro, mas meu pai era taxista e quem sabe, bem conversadinho, ele não me liberava o carro em alguns momentos de folga né? Mas isso era também uma forma de ocupar a cabeça, pois as aulas só começariam em agosto.

Lembro que todo final de semana passava um bom tempo no orelhão matando a saudade da família que deixei no Paraná e contando as mais novas experiências.  É bem verdade que voltava pra casa chorando de saudades, mas, eu tinha escolhido esse caminho, e acreditava nele. Já a comunicação com os amigos era via Correios mesmo. Não podia me dar ao luxo de gastar tanto dinheiro com telefone.  Mas a emoção ao receber uma carta era tão grande que eu ficava horas com ela na mão, lendo e relendo para ter a certeza que não tinha pulado nenhuma frase. Tempo bom!

E agosto chegou. Que maravilha, que emoção! Eu nem acreditava que ia estudar numa Universidade Federal! Um turbilhão de coisas acontecendo, tudo ao mesmo tempo. Quanta gente nova, quanta diversidade, assuntos que eu nunca tinha se quer pensado antes. Meu Deus! Que cabeça pequena era a minha! Foi em meio a esse turbilhão que eu arrumei o meu primeiro trabalho em Cuiabá. Maravilha! Para quem trabalhou desde os 13 anos, pedir dinheiro para o pai, que já não tinha muito, não era nada fácil também.

Aí começou uma das melhores épocas da minha vida em Cuiabá. Conhecer gente de todo o Brasil foi a primeira coisa que me encantou na UFMT.  Fiz muitos amigos. Amigos de verdade, com os quais convivo até hoje e são também minha família aqui. Na faculdade aprendi que a gente deve respeitar a cultura de todos os povos. Na convivência com esses amigos entendi como respeitar e aprender com essa diversidade.

A vida acadêmica, a militância, as primeiras experiências no jornalismo, as viagens…, foram muitos momentos mágicos. Transformadores. A partir dessa vivência, descobri o que eu queria para minha vida. Coisa que eu estava longe de saber quando escolhi cursar jornalismo. A ânsia de entrar no mercado de trabalho me levou para Nova Mutum. Lá fiquei por um ano. Um período riquíssimo em experiência profissional e conhecimento dessa imensidão que se chama Mato Grosso.

Mas sabia que lá não era o meu lugar. Queria mais. Sempre quis.  Voltei pra Cuiabá e com a ajuda dos amigos (sempre eles) consegui meu primeiro emprego na chamada grande imprensa. Fui parar logo na editoria de política. E lá fiquei.  E veja como as coisas são, somente agora, depois de quase 11 anos de formada, estou fazendo o que pensava fazer quando saí da faculdade: escrever sobre cultura.  Mas, aprendi que não tem como fugir da Política. Ela está onipresente em todas as editorias, assim como em toda a nossa vida.

O tempo passou, perdi meu pai, meu irmão (companheiro de todas as horas) voltou pro Sul. E eu fiquei. Confesso que hoje sei muito mais sobre Mato Grosso do que sobre o meu Paraná.  Sou cuiabana de coração e tenho uma filha nascida em terras cuiabanas. Aqui vivi momentos mágicos e gratificantes. Tenho as melhores lembranças do meu pai. Tenho amigos/irmãos. Tenho um carinho imenso por esse povo, muitas vezes tão maltratado por políticos e administradores descompromissados.

Não posso negar que esse calor me maltrata. E que muitas vezes tenho vontade de voltar. É verdade. Mas, depois de 15 anos, se alguém ainda tiver coragem de me perguntar o que eu vim fazer em Cuiabá, a resposta está na ponta da língua: Eu vim viver em Cuiabá!

*Marcia Raquel é Jornalista em Cuiabá.

 

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TV: a ERA que já ERA?

Por Kenderson Araújo

A Televisão precisa se reinventar para que sua invenção não caia no mero apreço histórico como vorazmente acontece com muitos dos objetos que conhecemos tempos atrás e que hoje são coisas arcaicas e desnecessárias.

Não há como negar, cresci vendo TV. De fato, acredito que a maioria esmagadora da geração anos 80  fez  a mesma coisa. No meu caso, contando as horas pra sair da aula e chegar em casa a tempo de pegar o último bloco da TV Colosso, ou mesmo as chamadas legais que me deixavam eufórico a espera dos bons filmes na Sessão da Tarde ou Cinema em Casa.

Ah! A TV e nosso fascínio pelo tubo mágico formam uma síntese perfeita. Na verdade formavam.

Hoje não consigo desperdiçar mais uma hora do meu precioso tempo em frente aquela coisa enfadonha e cheia de interesses econômicos, políticos e até provincianos. O lance agora é a velocidade e a realidade quase surreal da internet. Se preciso de informação, solução imediata, e é claro, entretenimento, não penso duas vezes: Internet!  A um clique de distância entre mim e qualquer parte desse ponto azul solto no meio do universo.

Uma tempestade de informação continuada e interativa onde não preciso acolher inerte ao que “vomitam” em cima de mim quando estou sentado no sofá com aquele brilho azulado, por muito tempo um ditador de tendências e indutor de condutas para mim e para toda a humanidade.

Agora estou preso a liberdade da internet! É ali que eu posso receber informações e opiniões das quais não sou obrigado a simplesmente me calar, sem dar uma resposta que possa ser vista, ainda que a minha opinião seja contrária. Posso simplesmente blogar, vlogar, twittar, curtir ou não, postar ou não… Sou livre!

Claro! Não sou um profeta que vislumbra o fim da era da “caixinha mágica”, especialmente para o público da TV aberta, mesmo por que ela é um meio absurdamente lucrativo e de alcance de massa incalculável.  A TV ainda impera com seu braço de ferro, mas este já está um tanto enferrujado, com movimentos limitados e sem tanta destreza. Deixou de ser a principal fonte de informação desta geração, ela talvez ainda tente se reerguer. Talvez até busque se assemelhar a internet. Mas, cá entre nós, a TV está longe de ser o que já foi um dia.

Grandes fabricantes da “casinha de Poltergeist” entenderam que já não dá mais pra simplesmente perder algo tão historicamente rentável quanto a venda das televisões. Por isso começam a surgir as tais “Smart Tv’s”, ao pé da letra: Televisores inteligentes. Basicamente uma televisão para quem não quer ver televisão mas pode, acidentalmente zapear o controle remoto na busca por algo interessante. As Smart Tv’s integram o usuário as mais diversas redes sociais e possibilitam entretenimento ilimitado, além da informação imediata, coisa que as “Dumb Tv’s” da nossa época dourada não faziam.

A Televisão precisa se reinventar para que sua invenção não caia no mero apreço histórico como vorazmente acontece com muitos dos objetos que conhecemos tempos atrás e que hoje são coisas arcaicas e desnecessárias. Más, é obvio, não é o meio pelo qual vemos o que é transmitido na TV que precisa de um Rebirth. Ela precisa ser menos cruel e abrupta, menos humanamente desumana. Precisa ser menos televisão, menos ensaiada e mais stand up. Menos dona da verdade e mais interativa.

Talvez, lá no fundo desse mar eu seja mesmo um saudosista maquiado. Talvez eu só queira trocar um amor antigo por um novo amor. Mas algo em mim é mais forte do que o que está lá no fundo. Afinal, o que está lá já afundou.

Kenderson Araújo é diretor de arte de RDM – Revista de Mato Grosso

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Sebrae premia jornalistas de MT

“Adoro economia e normalmente gosto de fazer matérias sobre micro e pequenas empresas, sempre rende uma boa história”. É assim que a jornalista Caroline Pilz Pinnow, vencedora da etapa estadual do Prêmio Sebrae de Jornalismo em Mato Grosso, na categoria jornalismo impresso, resume seu trabalho.

Atuando na revista Única, ela venceu com a matéria Como crescer em meio a gigantes. “Fiz essa matéria para mostrar as possibilidades de crescer de uma pequena empresa, apesar de todas as dificuldades que enfrentam”, resume feliz com a premiação, entregue na noite de segunda-feira, 07/05, em Cuiabá.

Ao abrir a premiação, o superintendente do Sebrae em Mato Grosso, José Guilherme Barbosa Ribeiro, falou da importância da premiação para a divulgação dos pequenos negócios e ressaltou que as empresas de comunicação participantes são todas conhecidas no Estado e que o interesse desses profissionais pelo tema é salutar para a causa das micro e pequenas empresas, responsáveis por 99% dos negócios brasileiros e de 52,3% da geração de empregos no país.

Na categoria Telejornalismo, a TV Centro América dominou a premiação. Com o maior número de matérias inscritas na categoria, tece 3 matérias finalistas, entre elas o primeiro lugar na etapa estadual, a matéria Ecorede Teka, do jornalista Ulisses Serotini, com produção de Dejane Arnhold, Carol Fazzio, Débora Lobo, Érica Arruda, imagens de Ailton Caldeira, Belmiro Dias, José Dalci, Marcos Alves, Reyd Antônio e Walcir Veiga, e apoio técnico de Célio Fernandes, Edson Bacana e Emerson Gonçalves.

A jornalista Mônica Ferreira, que recebeu o prêmio em nome de Ulisses (em viagem de trabalho), e responsável pela seleção das matérias inscritas, destacou que as produções jornalísticas são o resultado de um trabalho em equipe com o envolvimento de todos, da tevê como um todo. “Não fazemos matérias para ganhar prêmios, mas quando eles vêm é muito bom. São a prova de que a Rede Mato-grossense de Televisão está no caminho certo, de que estamos conseguindo vencer o desafio de nos aproximar do telespectador”.

Para a diretora do Sebrae em Mato Grosso, Leide Katayama, o Prêmio Sebrae de Jornalismo é um reconhecimento justo ao trabalho que a imprensa faz para divulgar as micro e pequenas empresas. “Esse é um segmento muito importante da economia e a sociedade precisa tomar conhecimento do que esses empresários e empreendedores individuais estão fazendo pelo nosso desenvolvimento”, destacou.

A jornalista Honéia Vaz, vencedora na categoria Webjornalismo com a matéria Brasil Empreendedor, veiculada no site Mídia News, acredita que pode acrescentar algo ao fazer matérias sobre micro e pequenas empresas. Assessora de imprensa da Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá, ela sempre encontra tempo para fazer matérias extras e publicar em veículos da capital.

Marcus Coelho, da rádio Cidade Bela FM, de Campo Verde, município a 130 km da Cuiabá, foi o vencedor na categoria Radiojornalismo com a matéria “Aliando visão comercial a responsabilidade social, empreendedor apresenta ideia a incubadora de empresa de sucesso do negócio”.

Os vencedores da etapa estadual de Mato Grosso participam da entrega do prêmio nacional, no dia 3 de julho, em Brasília. No total serão distribuídos R$ 96,5 mil aos vencedores. Tanto os vencedores das categorias tradicionais quanto o do prêmio especial receberão R$ 12,5 mil. De todas as categorias, a melhor matéria na avaliação do júri receberá o título de Grande Prêmio Sebrae de Jornalismo e o ganhador será contemplado com o valor máximo desta edição: R$ 25 mil. As menções honrosas ganham destaque em 2011: a referente à melhor imagem e à melhor cobertura jornalística feita por blog ou rede social. Cada premiado com a menção honrosa receberá R$ 3 mil.

Mato Grosso teve 27 matérias inscritas, das 168 do Centro-Oeste, região que ficou em terceiro lugar em volume de concorrentes. Em todo o Brasil, foram 1.143, número 10% superior ao do ano passado, quando 1.033 repórteres disputaram a premiação.
O Prêmio Sebrae de Jornalismo é uma realização do Sebrae e da Revista Imprensa, com apoio da Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas) e Intercom (Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação).

Fonte: Rita Comini / Assessoria de Imprensa do Sebrae-MT

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Selecionados os finalistas do Prêmio CNI de Jornalismo

A TV Centro América, de Mato Grosso, classificou dois trabalhos no Prêmio CNI de Jornalismo. Os finalistas estão nas categorias Destaque Regional – Centro-Oeste e Educação Profissional.

A reportagem ‘Treinamento – empresas’, de Dejane Arnhold, finalista em Educação Profissional no Prêmio CNI de Jornalismo, inclusive foi a vencedora da categoria Telejornalismo no Destaque Senai em Jornalismo 2012. Parabéns à equipe.

O Prêmio CNI de Jornalismo, em sua primeira edição, recebeu 323 inscrições  para todas as categorias de premiação. Houve a participação de profissionais de 23 estados, das cinco regiões do país.

Os trabalhos finalistas foram selecionados por uma comissão composta pelos seguintes profissionais:

  • Estevão Damázio – Rádio CBN (Brasília)
  • Sérgio Amaral – TV Bandeirantes (Brasília)
  • Carlos Alexandre Silva e Souza – Correio Braziliense
  • Valdo Cruz – Folha de S. Paulo (Brasília)
  • André Soliani – Agência Bloomberg (Brasília)
  • Luiz Roberto Marinho – CNI
  • Luciano Pires – FSB Comunicações

A comissão indicou os finalistas nas categorias: impresso revista, impresso jornal, telejornalismo, radiojornalismo, internet, destaques regionais e prêmios especiais. Dessa lista também sai a reportagem vencedora do Grande Prêmio José Alencar de Jornalismo.

A entrega dos prêmios será no dia 30 de maio, na sede da CNI em Brasília.

Confira os finalistas:

CATEGORIA

  • IMPRESSO JORNAL
    • Valor Econômico, São Paulo/SP – Matéria: Importação alivia pressão de custos na indústria – Sergio Lamucci, Marta Watanabe e Denise Neumann
    • Correio Braziliense, Brasília/DF – Matéria: Série – Encontro com o futuro – Vicente Nunes, Vera Batista, Rosana Hessel, Victor Martins, Gabriel Caprioli, Sílvio Ribas, Márcio Pacelli, Ana d’Angelo, Cristiane Boufauti, Vânia Cristina, Jorge Freitas e Gustavo Henrique Braga.
    • Correio Braziliense, Brasília/DF – Matéria: Série – Profissão perigo – Ana d’Angelo

 

  • IMPRESSO REVISTA
    • Ø Época, São Paulo/SP – Matéria: Por que crescemos tão pouco – O mito da desindustrialização – José Fucs e Marcos Coronato
    • Ø Época, São Paulo/SP – Matéria: Estado Ltda. – Marco André de Oliveira Coronato, José Fucs e Marco Vergotti
    • Ø IstoÉ Dinheiro, São Paulo/SP – Matéria: O país das oportunidades – Rafael Almeida Freire (toda a equipe da Dinheiro)

 

  • TELEJORNALISMO
    • Ø TV Globo, São Paulo/SP – Matéria: Simuladores (Jornal da Globo, Coluna Conecte) – Evane Bertoldi, Fernando Calixto, Hélter Duarte, Raphael Toth, Rodrigo Cerutti.
    • Ø TV Globo, Rio de Janeiro/RJ – Matéria: Quem cedo madruga (Fantástico) – Felipe Tomat Santana, André Modenesi, Flavia Varella, Júlio Aguiar, José de Arimatéa, Flávio Lordello.
    • Ø TV Globo, São Paulo/SP – Matéria: Trabalho 2.0 (Jornal da Globo) – Fabio Turci de Camargo, Cíntia Borsato, Rodrigo Cerutti, Clarissa Cavalcanti, Kaay Lin, Marcos Politi, Hélio Gonçalves, Fernando Ferro, Raphael Toth e Tatiana Cardoso

  • RADIOJORNALISMO
  • Ø Rádio Bandeirantes, São Paulo/SP – Matéria: Série – A indústria equilibrista – Chico Prado
  • Ø Rádio Estadão ESPN, São Paulo/SP – Matéria: Onde está a mão de obra no Brasil? – Wellington Carvalho
    • Ø Rádio CBN, Maringá/PR – Matéria: Indústria do Vesturário – investir na educação para atingir a eficiência. – Luciana Peña e Everton Barbosa

 

  • INTERNET
  • Ø G1, São Paulo/SP – Matéria: Brasileiros “viram” made in Paraguai em busca de competitividade – Ligia Guimarães
    • Ø Portal NE-10/JC Online, Recife/PE – Matéria: Energia – A hora de renovar – Inês Calado, Gustavo Belarmino e Juliana de Melo
    • Ø O Tempo Online, Contagem/MG – Matéria: Carga tributária – Como os impostos comem a riqueza e a eficiência do Brasil – Ana Paula Pedrosa Barbosa, Letícia Villas, Pedro Grossi e Helenice Laguardia

 

DESTAQUE REGIONAL

  • REGIÃO NORTE
  • Rádio O Liberal CBN – Belém/PA – Matéria: Joias da Amazônia – Celso Luis Barbosa Freire e José Luis Silva
  • TV Amazonas, Manaus/AM – Matéria: Situação justa – Laura Lyz Rodrigues Barbosa

 

  • REGIÃO NORDESTE
    • TV Itapoan (Record), Salvador/BA –Matéria: Portos – Desafios do crescimento – Emerson Silva Nunes Júnior, Diego Barros, Luciano Lima, Cintia Ribeiro
    • TV Jornal, Recife/PE (SBT) – Matéria: Indústria e inovação – Antônio Martins, Mônica Cristina de Carvalho
      • TV Jornal, Recife/PE (SBT) – Matéria: O novo mundo do vinho – Antônio Martins, Mônica Cristina de Carvalho, Josicarlos Santana

  • REGIÃO CENTRO – OESTE
    • TV Centro América, Cuiabá/MT – Matéria: Série – Força econômica – Renato Cyrino Rosa, Francisca Medeiros, Belmiro Dias, Rodrigo Gonçalves, Tássia Maciel
    • Jornal Correio Braziliense, Brasília/DF – Matéria: Sindicato nos portos ancorados no passado – Sílvio César R. de Souza
      • Jornal Correio Braziliense, Brasília/DF – Matéria: Série – A revolução da educação – Vicente Nunes, Gabriel Caprioli, Rosana Hessel e Barbara Nascimento

 

  • REGIÃO SUDESTE
  • Jornal Estado de Minas, Belo Horizonte/MG – Matéria: Sertão Grande – Paulo Henrique Lobato e Luiz Ribeiro
    • Jornal Comércio da Franca, Franca/SP – Matéria: Paraguai despeja ilegalmente no Brasil 5 milhões de calçados chineses – Priscila Sales da Silva
    • TV Globo News, Rio de Janeiro/RJ – Matéria: Franca – um novo jeito de fazer sapatos (Cidades e Soluções) – Klara Lavinas Raunhutti Duccini, Guilherme Nali, Rita Araújo, Max Kikoler, André Trigueiro, Marina Saraiva, Alexandre Reis, Marília Valente

 

  • REGIÃO SUL
    • Jornal Diário Catarinense, Florianópolis/SC – Matéria: Indústria não tem garantia de energia ou gás para projetos futuros Alessandra Ogeda
    • Jornal Zero Hora, Porto Alegre/RS – Matéria: O peso da lentidão – Erik Farina
    • Jornal Zero Hora, Porto Alegre/RS – Matéria: Caro aqui, barato lá fora – Marta Ifredo e Flávio Ilha

ESPECIAIS

INOVAÇÃO

v TV Jornal, Recife/PE (SBT) – Matéria: Indústria e inovação – Antônio Martins, Mônica Cristina de Carvalho

v TV Globo, São Paulo/SP – Matéria: Simuladores (Jornal da Globo, Coluna Conecte) – Evane Bertoldi, Fernando Calixto, Hélter Duarte, Rafael Toth, Rodrigo Cerutti

v O Estado de S. Paulo/SP – Matéria: O Brasil que inova – Renato Cruz

 

EDUCAÇÃO

v TV Globo, Rio de Janeiro/RJ – Matéria: Engenharia Naval (Globo Universidade) – Alexandre dos Santos, Camila Konder, Lizandra Trindade

v TV Centro América, Cuiabá/MT – Matéria: Treinamento – empresas – Dejane Arnhold, Frank Eduardo, Esmael Pereira, Sérgio Barbosa, João Batista Figueiredo, Leandro Oliveira e Waldeir Ferreira

v TV Globo, Rio de Janeiro/RJ – Matéria: Quem cedo madruga (Fantástico) – Felipe Tomat Santana, André Modenesi, Flavia Varella, Júlio Aguiar, José de Arimatéa, Flávio Lordello

Fonte: Agência CNI

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