A jornalista Karoline Garcia compartilha com a gente um pouco de sua história de amor que a todo momento está super envolta na sua história profissional. Adoramos e ficamos querendo saber mais! Manda logo a segunda parte…
Karoline Garcia
Sempre fui apaixonada por Jornalismo e ainda na infância já havia decidido que era isso que queria para minha vida. Atenta a tudo relacionado ao tema, acompanhava até os créditos em jornais e tv’s. Mas um chamava mais a minha atenção por volta dos meus 16 anos, quando morava em Rondonópolis. Eram os créditos de imagens, concedidos a um tal Cairo Lustoza – via o nome e pensava: “Nossa que nome lindo!”, quase que suspirando.
Passados oito anos desde que comecei a acompanhar o tal cinegrafista, eis que um dia, em uma agitada noite cuiabana, encontro amigos em um bar que costumava frequentar, foi quando a jornalista e amiga Monica Ferreira me diz: “Karol, esse é um amigo meu, Cairo, trabalhava na TV em Rondonópolis”. O crédito tinha além de nome e sobrenome…um rosto, e era lindo!
A partir dali, meu namoro de quase um ano já não foi mais o mesmo. Cairo sem saber me ligava sempre, praticamente todos os dias. Mas constrangida dei um jeitinho de ele ficar sabendo que eu era comprometida. Ele sumiu. Morando em Cuiabá trabalhava em uma TV também, mas eu não conseguia acompanhar o trabalho dele. Já ele…
Nessa época eu havia iniciado um período de apresentação do MT Rural na casa em que estava trabalhando, e como ia ao ar muito cedo, ele programava seu aparelho e gravava as edições para assistir ao programa quando acordasse. Ou melhor, para me ver.
Rompi o namoro. Mas nada de ver, sequer, os créditos do Lustoza. Até que em uma noite com a amiga Denise (a Niederauer) ela se animou para sairmos e ligou para um amigo da faculdade (a segunda dela e a terceira dele, Jornalismo) nos pegar no meu apartamento.
Interfone toca, descemos. Eu nem me preocupei em saber quem era o amigo dela, já que havia falado tão bem dele e era apenas um ‘carona’. Quando chegamos à portaria, a sensação que tive ao ver o moço em pé, do lado de fora do carro, se resume ao que veio à minha cabeça naquele momento: “vou casar com esse moço!”. Meus amigos e familiares dizem que tenho um apelo dramático forte, mas não é exagero não. Foi justamente isso.
Foi um constrangimento só a noite no local que escolhemos – o mesmo bar da outra vez. Denise – que eu saiba – nem desconfiava de nada. Só no outro dia eu contei que dois meses antes havia conhecido o amigo dela e os passos seguintes. Eu precisava dar um jeito de fazer com que ele soubesse que eu não estava mais comprometida.
Foi fácil. Fomos descobrindo mais e mais amigos em comum, até que surgiu um jantarzinho no meu ap. Convidado, Cairo compareceu e aí né…
A decisão pelo casamento veio em meio a minha estreia na cobertura política, nas eleições de 2004. Em artigo no jornal Diário de Cuiabá anunciei – mulher apaixonada e que gosta de escrever ainda por cima, imagina se perderia a oportunidade – no título: “Aos 24 anos decidi que vou me casar”.
Um reality show total! Foram ligações, e-mails, fontes comentando, foi engraçado, mas não sei se faria novamente tanto estardalhaço, afinal, nem encalhada eu estava! (gargalhada).
O fato de sermos dois jornalistas – ele concluiu o curso em 2007 quando eu já havia voltado para Rondonópolis -, sempre foi interessante, e pauta constante inclusive no próprio meio. “Onde Karol está, será que Cairo está também?” Nem sempre. Mas dessa vez decidimos que se temos os mesmos dons e talentos que sejam para nos unir ainda mais.
Quando ele criou a Pauta Pronta Comunicação eu logo descartei caminhar com ele, estava enfadada de assessoria e sempre tive tendência maior a atuar em veículos. Criamos os sites, a produtora, a editora, e estamos juntos. Ele mais focado com a administração e com a assessoria, e eu com a agência de conteúdo e os produtos voltados para o meio cristão.
Enfim, lá se vão sete anos juntos, seis de casados (casamento esse que não poderia deixar de ter De como madrinha, claro, e ainda dentre os conhecidos de vocês o casal de ‘dindos’ Noelma Oliveira e Jorge Estevão), dois filhos (Matheus e Arthur), uma história que podemos dizer ter começado há pelo menos 15 anos, e com uma pauta diária: a de sermos felizes para sempre, afinal Jornalismo é a nossa vida. Pretendo contar como é trabalhar com o maridão em artigo próximo!
Obs: Ele está aqui, ao lado, texto quase a quatro mãos!

Almoço do casamento & Homenagem da Mônica


Praia de Carneiros
Karoline Garcia é jornalista, formada pela Universidade Federal de Mato Grosso, em Cuiabá onde trabalhou até 2006, e atualmente reside em Rondonópolis – onde nasceu, e conduz as empresas ao lado do marido, o jornalista Cairo Lustoza.
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