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	<title>Pauta Quente</title>
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	<description>Um blog para jornalistas!</description>
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		<title>Somos jornalistas e corremos no trabalho, na vida e na rua</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 18:59:55 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Tudo de Tudo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Por Julianne Caju No último domingo (13) participei da minha oitava prova de Corrida de Rua. Para minha felicidade fiz meu melhor tempo em percurso de 10 quilômetros com menos de uma hora. Cumpri a prova com 58 minutos &#8230; <a href="http://blogpautaquente.com.br/2012/05/15/somos-jornalistas-e-corremos-no-trabalho-na-vida-e-na-rua/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://blogpautaquente.com.br/wp-content/uploads/2012/05/caju1.jpg" rel="shadowbox[post-2568];player=img;"><img class="alignleft size-full wp-image-2574" title="caju" src="http://blogpautaquente.com.br/wp-content/uploads/2012/05/caju1.jpg" alt="" /></a>Por Julianne Caju</strong></p>
<p><strong> </strong>No último domingo (13) participei da minha oitava prova de Corrida de Rua. Para minha felicidade fiz meu melhor tempo em percurso de 10 quilômetros com menos de uma hora. Cumpri a prova com 58 minutos e 40 segundos. Aos leigos isso pode até não significar nada, mas para quem pratica a corrida sabe que um minuto a menos é muito diante do esforço e da vontade de a cada prova melhorar seu tempo. Sendo assim, cada milésimo de segundo são supervalorizados.</p>
<p>Há um ano e oito meses adotei a corrida como aliada para melhoria da minha qualidade de vida. Comecei correndo sozinha e com cronômetro nos dez minutos e pronto! Hoje sigo recomendação técnica do Educador Físico Ney Souza e faço, ou pelo menos me esforço para realizar o treino semanal. Além do cronômetro (hora, minutos e segundos), os quilômetros são meus medidores de desenvolvimento da corrida.</p>
<p>Não sou esportiva e nem exemplo de disciplina nos treinos, mas faço da corrida uma prática super saudável para ter equilíbrio de corpo e de mente. Quando a cabeça vai bem, o corpo agradece! Quando o corpo também vai bem a cabeça também agradece! E como agradece!</p>
<p>Corro para poder gastar energia, ter um bom condicionamento físico e ao mesmo tempo recuperar o ânimo para conseguir realizar bem as funções de ser mulher, esposa, dona de casa, jornalista, amiga, irmã, cristã. Em vez de me jogar na cama pós os treinos, tenho muito mais vontade de fazer acontecer, de querer sair por aí, querendo conquistar outras coisas.</p>
<p>É a corrida faz isso comigo! No domingo descobri que não é só comigo. Encontrei minha colega de profissão Luciane Mildenberger, que corre há cerca de oito meses pelas ruas de Cuiabá em busca também de melhoria de qualidade de vida.</p>
<p>Encontrá-la na III Corrida de Várzea Grande foi sensacional! Meus companheiros de corrida de Rondonópolis, do Grupo Vitallity, não puderam participar desta prova, então eu estava me sentido sozinha, deslocada no meio de várias pessoas e sem alguma identificação. Quando vi a Luciane correndo, aumentei minhas passadas, apliquei as técnicas de corrida (é não basta correr, tem que ter técnica), arrumei a postura, equilibrei a respiração, e fiquei do lado dela e já fui anunciando: “Jornalistas também correm!”.</p>
<p>Fiquei tão empolgada de encontrar a colega, que disparei na corrida. Por alguns metros corri a frente de Luciane. Só que não consegui manter o ritmo e ela me passou linda, leve e correndo! Durante a prova nos encontramos no percurso e depois no final da competição. Luciane chegou muito bem, cumpriu a prova em 55 minutos. Um excelente tempo para quem não vive de corrida de rua.</p>
<p>Nos cumprimentamos felizes da vida por termos realizado mais uma prova de corrida de rua. Lá mesmo, com a adrenalina a flor da pele combinamos de incentivar nossos colegas jornalistas a praticarem atividade física. Sendo assim, aqui vai meu recado: Correr é colocar o corpo em movimento, é balançar os esqueletos, é possibilitar que todos os músculos trabalhem, trabalhem. Correr é mexer os membros inferiores e superiores e ajudar a cabeça entrar nos eixos. Correr é se permitir gastar energias e acumular vontades de querer fazer mais, de correr cada vez mais.</p>
<p>Luciane é com você: &#8220;a corrida de rua se tornou um hobby na minha vida sempre tão atribulada. Nunca conseguia achar tempo para cuidar de mim, da minha saúde e do meu bem-estar, só pensava em trabalho, trabalho e trabalho. Foi quando descobri que no meu ambiente de trabalho tinha um grupo de corrida, o Sefaz Runners, que treinava quatro vezes por semana. Confesso, no início foi difícil, mas correr é um vício fascinante, e depois que a gente começa, não quer parar mais. Hoje eu treino com o grupo as segundas, terças, quintas e sábados, sem faltar um dia. Levantar de madrugada que para mim sempre foi um sacrifício, hoje é uma alegria. Acordo às 4h da manhã de sábado para correr, acredita? E pior, eu adoro, é uma satisfação tão grande. Portanto, colega jornalista, faça como eu e a Caju, dê o primeiro passo, ou melhor, corra o primeiro quilômetro. Vai fazer muito bem para sua saúde, sua disciplina, seu prazer e, acima de tudo, para sua vida!&#8221;</p>
<p><em>Julianne Caju, cuiabana de tchapa e cruz, moreninha do CPA, jornalista em Rondonópolis, assessora de imprensa da Fundação MT e da TMG</em></p>
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		<title>Escolhas</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 13:33:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogpautaquente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tudo de Tudo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcia Raquel Há 15 anos eu chegava em Mato Grosso. Algumas malas, umas duas ou três caixas grandes, o peito apertado e o coração aflito me acompanhavam.  Na rodoviária de Várzea Grande (que por sinal continua igualzinha) meu falecido &#8230; <a href="http://blogpautaquente.com.br/2012/05/11/escolhas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://blogpautaquente.com.br/wp-content/uploads/2012/05/marcia22.jpg" rel="shadowbox[post-2558];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-2563" title="marcia2" src="http://blogpautaquente.com.br/wp-content/uploads/2012/05/marcia22-300x205.jpg" alt="" width="300" height="205" /></a></em><strong>Por Marcia Raquel</strong></p>
<p>Há 15 anos eu chegava em Mato Grosso. Algumas malas, umas duas ou três caixas grandes, o peito apertado e o coração aflito me acompanhavam.  Na rodoviária de Várzea Grande (que por sinal continua igualzinha) meu falecido pai me esperava, acho que ele nem acreditava no que estava acontecendo. Meu irmão caçula, que tanto insistira para eu antecipar minha viagem, também estava lá. Era o começo de uma nova vida.</p>
<p>Uma vida que eu nem imaginava como seria. Às vezes, em épocas de mudança, a gente fantasia algumas coisas do tipo: como seria viver em uma casa nova, iniciar um trabalho novo, poder comprar o carro preferido sem se preocupar com o valor&#8230; Mas daquela vez eu nem conseguia pensar no que me esperava. Talvez fosse reflexo da reação dos meus amigos ao saber da minha mudança: &#8220;Cuiabá?! Nossa, o que você vai fazer lá?&#8221; Diante de tal espanto eu só tinha uma resposta: &#8220;Ué, vou estudar. Passei na Federal e não posso perder essa chance né&#8221;.</p>
<p>Os primeiros meses foram bem difíceis. Não é fácil para uma paranaense recém-chegada andar de ônibus em Cuiabá, ainda mais em tempos de Garça Branca e companhia. Mas, como bem cantou Renato Russo: &#8220;Sou um animal sentimental me apego facilmente ao que desperta o meu desejo&#8230;&#8221;.  Lembro que a minha primeira providência foi tirar carteira de habilitação. Eu não tinha carro, mas meu pai era taxista e quem sabe, bem conversadinho, ele não me liberava o carro em alguns momentos de folga né? Mas isso era também uma forma de ocupar a cabeça, pois as aulas só começariam em agosto.</p>
<p>Lembro que todo final de semana passava um bom tempo no orelhão matando a saudade da família que deixei no Paraná e contando as mais novas experiências.  É bem verdade que voltava pra casa chorando de saudades, mas, eu tinha escolhido esse caminho, e acreditava nele. Já a comunicação com os amigos era via Correios mesmo. Não podia me dar ao luxo de gastar tanto dinheiro com telefone.  Mas a emoção ao receber uma carta era tão grande que eu ficava horas com ela na mão, lendo e relendo para ter a certeza que não tinha pulado nenhuma frase. Tempo bom!</p>
<p>E agosto chegou. Que maravilha, que emoção! Eu nem acreditava que ia estudar numa Universidade Federal! Um turbilhão de coisas acontecendo, tudo ao mesmo tempo. Quanta gente nova, quanta diversidade, assuntos que eu nunca tinha se quer pensado antes. Meu Deus! Que cabeça pequena era a minha! Foi em meio a esse turbilhão que eu arrumei o meu primeiro trabalho em Cuiabá. Maravilha! Para quem trabalhou desde os 13 anos, pedir dinheiro para o pai, que já não tinha muito, não era nada fácil também.</p>
<p>Aí começou uma das melhores épocas da minha vida em Cuiabá. Conhecer gente de todo o Brasil foi a primeira coisa que me encantou na UFMT.  Fiz muitos amigos. Amigos de verdade, com os quais convivo até hoje e são também minha família aqui. Na faculdade aprendi que a gente deve respeitar a cultura de todos os povos. Na convivência com esses amigos entendi como respeitar e aprender com essa diversidade.</p>
<p>A vida acadêmica, a militância, as primeiras experiências no jornalismo, as viagens&#8230;, foram muitos momentos mágicos. Transformadores. A partir dessa vivência, descobri o que eu queria para minha vida. Coisa que eu estava longe de saber quando escolhi cursar jornalismo. A ânsia de entrar no mercado de trabalho me levou para Nova Mutum. Lá fiquei por um ano. Um período riquíssimo em experiência profissional e conhecimento dessa imensidão que se chama Mato Grosso.</p>
<p>Mas sabia que lá não era o meu lugar. Queria mais. Sempre quis.  Voltei pra Cuiabá e com a ajuda dos amigos (sempre eles) consegui meu primeiro emprego na chamada grande imprensa. Fui parar logo na editoria de política. E lá fiquei.  E veja como as coisas são, somente agora, depois de quase 11 anos de formada, estou fazendo o que pensava fazer quando saí da faculdade: escrever sobre cultura.  Mas, aprendi que não tem como fugir da Política. Ela está onipresente em todas as editorias, assim como em toda a nossa vida.</p>
<p>O tempo passou, perdi meu pai, meu irmão (companheiro de todas as horas) voltou pro Sul. E eu fiquei. Confesso que hoje sei muito mais sobre Mato Grosso do que sobre o meu Paraná.  Sou cuiabana de coração e tenho uma filha nascida em terras cuiabanas. Aqui vivi momentos mágicos e gratificantes. Tenho as melhores lembranças do meu pai. Tenho amigos/irmãos. Tenho um carinho imenso por esse povo, muitas vezes tão maltratado por políticos e administradores descompromissados.</p>
<p>Não posso negar que esse calor me maltrata. E que muitas vezes tenho vontade de voltar. É verdade. Mas, depois de 15 anos, se alguém ainda tiver coragem de me perguntar o que eu vim fazer em Cuiabá, a resposta está na ponta da língua: Eu vim viver em Cuiabá!</p>
<p><a href="http://blogpautaquente.com.br/wp-content/uploads/2012/05/marcia1.jpg" rel="shadowbox[post-2558];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-2562" title="marcia" src="http://blogpautaquente.com.br/wp-content/uploads/2012/05/marcia1-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>*<em>Marcia Raquel é Jornalista em Cuiabá.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>TV: a ERA que já ERA?</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 12:47:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Kenderson Araújo A Televisão precisa se reinventar para que sua invenção não caia no mero apreço histórico como vorazmente acontece com muitos dos objetos que conhecemos tempos atrás e que hoje são coisas arcaicas e desnecessárias. Não há como &#8230; <a href="http://blogpautaquente.com.br/2012/05/10/tv-a-era-que-ja-era/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Kenderson Araújo</strong><strong> </strong></p>
<p><em>A Televisão precisa se reinventar para que sua invenção não caia no mero apreço histórico como vorazmente acontece com muitos dos objetos que conhecemos tempos atrás e que hoje são coisas arcaicas e desnecessárias.<a href="http://blogpautaquente.com.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_2165.jpg" rel="shadowbox[post-2552];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-2554" title="Kenderson Araújo" src="http://blogpautaquente.com.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_2165-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></em></p>
<p>Não há como negar, cresci vendo TV. De fato, acredito que a maioria esmagadora da geração anos 80  fez  a mesma coisa. No meu caso, contando as horas pra sair da aula e chegar em casa a tempo de pegar o último bloco da TV Colosso, ou mesmo as chamadas legais que me deixavam eufórico a espera dos bons filmes na Sessão da Tarde ou Cinema em Casa.</p>
<p>Ah! A TV e nosso fascínio pelo tubo mágico formam uma síntese perfeita. Na verdade formavam.</p>
<p>Hoje não consigo desperdiçar mais uma hora do meu precioso tempo em frente aquela coisa enfadonha e cheia de interesses econômicos, políticos e até provincianos. O lance agora é a velocidade e a realidade quase surreal da internet. Se preciso de informação, solução imediata, e é claro, entretenimento, não penso duas vezes: Internet!  A um clique de distância entre mim e qualquer parte desse ponto azul solto no meio do universo.</p>
<p>Uma tempestade de informação continuada e interativa onde não preciso acolher inerte ao que “vomitam” em cima de mim quando estou sentado no sofá com aquele brilho azulado, por muito tempo um ditador de tendências e indutor de condutas para mim e para toda a humanidade.</p>
<p>Agora estou preso a liberdade da internet! É ali que eu posso receber informações e opiniões das quais não sou obrigado a simplesmente me calar, sem dar uma resposta que possa ser vista, ainda que a minha opinião seja contrária. Posso simplesmente blogar, vlogar, twittar, curtir ou não, postar ou não&#8230; Sou livre!</p>
<p>Claro! Não sou um profeta que vislumbra o fim da era da “caixinha mágica”, especialmente para o público da TV aberta, mesmo por que ela é um meio absurdamente lucrativo e de alcance de massa incalculável.  A TV ainda impera com seu braço de ferro, mas este já está um tanto enferrujado, com movimentos limitados e sem tanta destreza. Deixou de ser a principal fonte de informação desta geração, ela talvez ainda tente se reerguer. Talvez até busque se assemelhar a internet. Mas, cá entre nós, a TV está longe de ser o que já foi um dia.</p>
<p>Grandes fabricantes da “casinha de Poltergeist” entenderam que já não dá mais pra simplesmente perder algo tão historicamente rentável quanto a venda das televisões. Por isso começam a surgir as tais “Smart Tv’s”, ao pé da letra: Televisores inteligentes. Basicamente uma televisão para quem não quer ver televisão mas pode, acidentalmente zapear o controle remoto na busca por algo interessante. As Smart Tv’s integram o usuário as mais diversas redes sociais e possibilitam entretenimento ilimitado, além da informação imediata, coisa que as “Dumb Tv’s” da nossa época dourada não faziam.</p>
<p>A Televisão precisa se reinventar para que sua invenção não caia no mero apreço histórico como vorazmente acontece com muitos dos objetos que conhecemos tempos atrás e que hoje são coisas arcaicas e desnecessárias. Más, é obvio, não é o meio pelo qual vemos o que é transmitido na TV que precisa de um Rebirth. Ela precisa ser menos cruel e abrupta, menos humanamente desumana. Precisa ser menos televisão, menos ensaiada e mais stand up. Menos dona da verdade e mais interativa.</p>
<p>Talvez, lá no fundo desse mar eu seja mesmo um saudosista maquiado. Talvez eu só queira trocar um amor antigo por um novo amor. Mas algo em mim é mais forte do que o que está lá no fundo. Afinal, o que está lá já afundou.</p>
<p><em>Kenderson Araújo é diretor de arte de RDM – Revista de Mato Grosso</em></p>
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		<title>Sebrae premia jornalistas de MT</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 13:57:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogpautaquente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Adoro economia e normalmente gosto de fazer matérias sobre micro e pequenas empresas, sempre rende uma boa história”. É assim que a jornalista Caroline Pilz Pinnow, vencedora da etapa estadual do Prêmio Sebrae de Jornalismo em Mato Grosso, na categoria &#8230; <a href="http://blogpautaquente.com.br/2012/05/09/sebrae-premia-jornalistas-de-mt/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Adoro economia e normalmente gosto de fazer matérias sobre micro e pequenas empresas, sempre rende uma boa história”. É assim que a jornalista Caroline Pilz Pinnow, vencedora da etapa estadual do Prêmio Sebrae de Jornalismo em Mato Grosso, na categoria jornalismo impresso, resume seu trabalho.</p>
<p>Atuando na revista Única, ela venceu com a matéria Como crescer em meio a gigantes. “Fiz essa matéria para mostrar as possibilidades de crescer de uma pequena empresa, apesar de todas as dificuldades que enfrentam”, resume feliz com a premiação, entregue na noite de segunda-feira, 07/05, em Cuiabá.</p>
<p>Ao abrir a premiação, o superintendente do Sebrae em Mato Grosso, José Guilherme Barbosa Ribeiro, falou da importância da premiação para a divulgação dos pequenos negócios e ressaltou que as empresas de comunicação participantes são todas conhecidas no Estado e que o interesse desses profissionais pelo tema é salutar para a causa das micro e pequenas empresas, responsáveis por 99% dos negócios brasileiros e de 52,3% da geração de empregos no país.</p>
<p>Na categoria Telejornalismo, a TV Centro América dominou a premiação. Com o maior número de matérias inscritas na categoria, tece 3 matérias finalistas, entre elas o primeiro lugar na etapa estadual, a matéria Ecorede Teka, do jornalista Ulisses Serotini, com produção de Dejane Arnhold, Carol Fazzio, Débora Lobo, Érica Arruda, imagens de Ailton Caldeira, Belmiro Dias, José Dalci, Marcos Alves, Reyd Antônio e Walcir Veiga, e apoio técnico de Célio Fernandes, Edson Bacana e Emerson Gonçalves.</p>
<p>A jornalista Mônica Ferreira, que recebeu o prêmio em nome de Ulisses (em viagem de trabalho), e responsável pela seleção das matérias inscritas, destacou que as produções jornalísticas são o resultado de um trabalho em equipe com o envolvimento de todos, da tevê como um todo. “Não fazemos matérias para ganhar prêmios, mas quando eles vêm é muito bom. São a prova de que a Rede Mato-grossense de Televisão está no caminho certo, de que estamos conseguindo vencer o desafio de nos aproximar do telespectador”.</p>
<p>Para a diretora do Sebrae em Mato Grosso, Leide Katayama, o Prêmio Sebrae de Jornalismo é um reconhecimento justo ao trabalho que a imprensa faz para divulgar as micro e pequenas empresas. “Esse é um segmento muito importante da economia e a sociedade precisa tomar conhecimento do que esses empresários e empreendedores individuais estão fazendo pelo nosso desenvolvimento”, destacou.</p>
<p>A jornalista Honéia Vaz, vencedora na categoria Webjornalismo com a matéria Brasil Empreendedor, veiculada no site Mídia News, acredita que pode acrescentar algo ao fazer matérias sobre micro e pequenas empresas. Assessora de imprensa da Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá, ela sempre encontra tempo para fazer matérias extras e publicar em veículos da capital.</p>
<p>Marcus Coelho, da rádio Cidade Bela FM, de Campo Verde, município a 130 km da Cuiabá, foi o vencedor na categoria Radiojornalismo com a matéria “Aliando visão comercial a responsabilidade social, empreendedor apresenta ideia a incubadora de empresa de sucesso do negócio”.</p>
<p>Os vencedores da etapa estadual de Mato Grosso participam da entrega do prêmio nacional, no dia 3 de julho, em Brasília. No total serão distribuídos R$ 96,5 mil aos vencedores. Tanto os vencedores das categorias tradicionais quanto o do prêmio especial receberão R$ 12,5 mil. De todas as categorias, a melhor matéria na avaliação do júri receberá o título de Grande Prêmio Sebrae de Jornalismo e o ganhador será contemplado com o valor máximo desta edição: R$ 25 mil. As menções honrosas ganham destaque em 2011: a referente à melhor imagem e à melhor cobertura jornalística feita por blog ou rede social. Cada premiado com a menção honrosa receberá R$ 3 mil.</p>
<p>Mato Grosso teve 27 matérias inscritas, das 168 do Centro-Oeste, região que ficou em terceiro lugar em volume de concorrentes. Em todo o Brasil, foram 1.143, número 10% superior ao do ano passado, quando 1.033 repórteres disputaram a premiação.<br />
O Prêmio Sebrae de Jornalismo é uma realização do Sebrae e da Revista Imprensa, com apoio da Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas) e Intercom (Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação).</p>
<p>Fonte: Rita Comini / Assessoria de Imprensa do Sebrae-MT</p>
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		<title>Selecionados os finalistas do Prêmio CNI de Jornalismo</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 20:33:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogpautaquente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tudo de Tudo]]></category>

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		<description><![CDATA[A TV Centro América, de Mato Grosso, classificou dois trabalhos no Prêmio CNI de Jornalismo. Os finalistas estão nas categorias Destaque Regional &#8211; Centro-Oeste e Educação Profissional. A reportagem &#8216;Treinamento – empresas&#8217;, de Dejane Arnhold, finalista em Educação Profissional no &#8230; <a href="http://blogpautaquente.com.br/2012/05/07/selecionados-os-finalistas-do-premio-cni-de-jornalismo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://blogpautaquente.com.br/wp-content/uploads/2011/08/P1695.jpg" rel="shadowbox[post-2543];player=img;"><img class="alignleft size-full wp-image-733" title="Prêmio CNI de Jornalismo" src="http://blogpautaquente.com.br/wp-content/uploads/2011/08/P1695.jpg" alt="" width="140" height="109" /></a>A TV Centro América, de Mato Grosso, classificou dois trabalhos no Prêmio CNI de Jornalismo. Os finalistas estão nas  categorias Destaque Regional &#8211; Centro-Oeste e Educação Profissional. </em></p>
<p><em>A reportagem &#8216;Treinamento – empresas&#8217;, de Dejane Arnhold, finalista em Educação Profissional no Prêmio CNI de Jornalismo, inclusive foi a vencedora da categoria Telejornalismo no Destaque Senai em Jornalismo 2012. Parabéns à equipe.</em></p>
<p>O Prêmio CNI de Jornalismo, em sua primeira edição, recebeu 323 inscrições  para todas as categorias de premiação. Houve a participação de profissionais de 23 estados, das cinco regiões do país.</p>
<p>Os trabalhos finalistas foram selecionados por uma comissão composta pelos seguintes profissionais:</p>
<ul>
<li>Estevão Damázio &#8211; Rádio CBN (Brasília)</li>
<li>Sérgio Amaral &#8211; TV Bandeirantes (Brasília)</li>
<li>Carlos Alexandre Silva e Souza &#8211; Correio Braziliense</li>
<li>Valdo Cruz &#8211; Folha de S. Paulo (Brasília)</li>
<li>André Soliani &#8211; Agência Bloomberg (Brasília)</li>
<li>Luiz Roberto Marinho &#8211; CNI</li>
<li>Luciano Pires &#8211; FSB Comunicações</li>
</ul>
<p>A comissão indicou os finalistas nas categorias: impresso revista, impresso jornal, telejornalismo, radiojornalismo, internet, destaques regionais e prêmios especiais. Dessa lista também sai a reportagem vencedora do Grande Prêmio José Alencar de Jornalismo.</p>
<p>A entrega dos prêmios será no dia 30 de maio, na sede da CNI em Brasília.</p>
<p><strong>Confira os finalistas: </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>CATEGORIA</strong></p>
<ul>
<li><strong>IMPRESSO JORNAL</strong>
<ul>
<li>Valor Econômico, São Paulo/SP – Matéria: Importação alivia pressão de custos na indústria <strong>– Sergio Lamucci, Marta Watanabe e Denise Neumann</strong></li>
<li>Correio Braziliense, Brasília/DF – Matéria: Série &#8211; Encontro com o futuro – <strong>Vicente Nunes, Vera Batista, Rosana Hessel, Victor Martins, Gabriel Caprioli, Sílvio Ribas, Márcio Pacelli, Ana d’Angelo, Cristiane Boufauti, Vânia Cristina, Jorge Freitas e Gustavo Henrique Braga.</strong></li>
<li>Correio Braziliense, Brasília/DF – Matéria: Série &#8211; Profissão perigo – <strong>Ana d’Angelo</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>IMPRESSO REVISTA</strong>
<ul>
<li>Ø Época, São Paulo/SP – Matéria: Por que crescemos tão pouco &#8211; O mito da desindustrialização <strong>– José Fucs e Marcos Coronato</strong></li>
<li>Ø Época, São Paulo/SP – Matéria: Estado Ltda. <strong>– Marco André de Oliveira Coronato, José Fucs e Marco Vergotti</strong></li>
<li>Ø IstoÉ Dinheiro, São Paulo/SP – Matéria: O país das oportunidades <strong>– Rafael Almeida Freire (toda a equipe da Dinheiro)</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>TELEJORNALISMO</strong>
<ul>
<li>Ø TV Globo, São Paulo/SP – Matéria: Simuladores (Jornal da Globo, Coluna Conecte) – <strong>Evane Bertoldi, Fernando Calixto, Hélter Duarte, Raphael Toth, Rodrigo Cerutti.</strong></li>
<li>Ø TV Globo, Rio de Janeiro/RJ – Matéria: Quem cedo madruga (Fantástico) – <strong>Felipe Tomat Santana, André Modenesi, Flavia Varella, Júlio Aguiar, José de Arimatéa, Flávio Lordello.</strong></li>
<li>Ø TV Globo, São Paulo/SP – Matéria: Trabalho 2.0 (Jornal da Globo) <strong>– Fabio Turci de Camargo, Cíntia Borsato, Rodrigo Cerutti, Clarissa Cavalcanti, Kaay Lin, Marcos Politi, Hélio Gonçalves, Fernando Ferro, Raphael Toth e Tatiana Cardoso</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<ul>
<li><strong>RADIOJORNALISMO</strong></li>
<li>Ø Rádio Bandeirantes, São Paulo/SP – Matéria: Série &#8211; A indústria equilibrista <strong>– Chico Prado</strong></li>
<li>Ø Rádio Estadão ESPN, São Paulo/SP – Matéria: Onde está a mão de obra no Brasil? <strong>– Wellington Carvalho</strong>
<ul>
<li>Ø Rádio CBN, Maringá/PR – Matéria: Indústria do Vesturário &#8211; investir na educação para atingir a eficiência. <strong>– Luciana Peña e Everton Barbosa</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>INTERNET</strong></li>
<li>Ø G1, São Paulo/SP – Matéria: Brasileiros &#8220;viram&#8221; made in Paraguai em busca de competitividade <strong>– Ligia Guimarães</strong>
<ul>
<li>Ø Portal NE-10/JC Online, Recife/PE – Matéria: Energia &#8211; A hora de renovar <strong>– Inês Calado, Gustavo Belarmino e Juliana de Melo</strong></li>
<li>Ø O Tempo Online, Contagem/MG – Matéria: Carga tributária &#8211; Como os impostos comem a riqueza e a eficiência do Brasil <strong>– Ana Paula Pedrosa Barbosa, Letícia Villas, Pedro Grossi e Helenice Laguardia</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DESTAQUE REGIONAL</strong></p>
<ul>
<li><strong>REGIÃO NORTE</strong></li>
<li>Rádio O Liberal CBN – Belém/PA – Matéria: Joias da Amazônia<strong> – Celso Luis Barbosa Freire e José Luis Silva</strong></li>
<li>TV Amazonas, Manaus/AM – Matéria: Situação justa<strong> – Laura Lyz Rodrigues Barbosa</strong></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>REGIÃO NORDESTE</strong>
<ul>
<li>TV Itapoan (Record), Salvador/BA –Matéria: Portos &#8211; Desafios do crescimento<strong> – Emerson Silva Nunes Júnior, Diego Barros, Luciano Lima, Cintia Ribeiro</strong></li>
<li>TV Jornal, Recife/PE (SBT) – Matéria: Indústria e inovação &#8211; <strong>Antônio Martins, Mônica Cristina de Carvalho</strong>
<ul>
<li>TV Jornal, Recife/PE (SBT) – Matéria: O novo mundo do vinho <strong>– Antônio Martins, Mônica Cristina de Carvalho, Josicarlos Santana</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<ul>
<li><strong>REGIÃO CENTRO – OESTE</strong>
<ul>
<li>TV Centro América, Cuiabá/MT – Matéria: Série &#8211; Força econômica –<strong> Renato Cyrino Rosa, Francisca Medeiros, Belmiro Dias, Rodrigo Gonçalves, Tássia Maciel</strong></li>
<li>Jornal Correio Braziliense, Brasília/DF – Matéria: Sindicato nos portos ancorados no passado – <strong>Sílvio César R. de Souza</strong>
<ul>
<li>Jornal Correio Braziliense, Brasília/DF – Matéria: Série &#8211; A revolução da educação – <strong>Vicente Nunes, Gabriel Caprioli, Rosana Hessel e Barbara Nascimento</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>REGIÃO SUDESTE</strong></li>
<li>Jornal Estado de Minas, Belo Horizonte/MG – Matéria: Sertão Grande <strong>– Paulo Henrique Lobato e Luiz Ribeiro</strong>
<ul>
<li>Jornal Comércio da Franca, Franca/SP – Matéria: Paraguai despeja ilegalmente no Brasil 5 milhões de calçados chineses <strong>– Priscila Sales da Silva</strong></li>
<li>TV Globo News, Rio de Janeiro/RJ – Matéria: Franca &#8211; um novo jeito de fazer sapatos (Cidades e Soluções) – <strong>Klara Lavinas Raunhutti Duccini, Guilherme Nali, Rita Araújo, Max Kikoler, André Trigueiro, Marina Saraiva, Alexandre Reis, Marília Valente</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>REGIÃO SUL</strong>
<ul>
<li>Jornal Diário Catarinense, Florianópolis/SC – Matéria: Indústria não tem garantia de energia ou gás para projetos futuros <strong>Alessandra Ogeda</strong></li>
<li>Jornal Zero Hora, Porto Alegre/RS – Matéria: O peso da lentidão <strong>– Erik Farina</strong></li>
<li>Jornal Zero Hora, Porto Alegre/RS – Matéria: Caro aqui, barato lá fora <strong>– Marta Ifredo e Flávio Ilha</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>ESPECIAIS</strong></p>
<p>v  <strong>INOVAÇÃO</strong></p>
<p>v TV Jornal, Recife/PE (SBT) – Matéria: Indústria e inovação &#8211; <strong>Antônio Martins, Mônica Cristina de Carvalho</strong></p>
<p>v TV Globo, São Paulo/SP – Matéria: Simuladores (Jornal da Globo, Coluna Conecte) – <strong>Evane Bertoldi, Fernando Calixto, Hélter Duarte, Rafael Toth, Rodrigo Cerutti</strong></p>
<p>v O Estado de S. Paulo/SP – Matéria: O Brasil que inova <strong>– Renato Cruz</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>v  <strong>EDUCAÇÃO</strong></p>
<p>v TV Globo, Rio de Janeiro/RJ – Matéria: Engenharia Naval (Globo Universidade) – <strong>Alexandre dos Santos, Camila Konder, Lizandra Trindade</strong></p>
<p>v TV Centro América, Cuiabá/MT – Matéria: Treinamento – empresas <strong>– Dejane Arnhold, Frank Eduardo, Esmael Pereira, Sérgio Barbosa, João Batista Figueiredo, Leandro Oliveira e Waldeir Ferreira</strong></p>
<p>v TV Globo, Rio de Janeiro/RJ – Matéria: Quem cedo madruga (Fantástico) – <strong>Felipe Tomat Santana, André Modenesi, Flavia Varella, Júlio Aguiar, José de Arimatéa, Flávio Lordello</strong></p>
<p><em>Fonte: Agência CNI</em><strong><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mistura que salva!</title>
		<link>http://blogpautaquente.com.br/2012/05/04/mistura-que-salva/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 13:28:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogpautaquente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tudo de Tudo]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[regionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
		<category><![CDATA[Rui Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Amo a culinária regional e sei fazer todos os seus pratos. Ouço rasqueado, mas não dispenso qualquer outra forma de cultura agregada ao menu regional Por Rui Matos Na primeira semana de abril fui a Salvador (BA) participar do &#8230; <a href="http://blogpautaquente.com.br/2012/05/04/mistura-que-salva/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_2539" class="wp-caption alignleft" style="width: 209px"><strong><a href="http://blogpautaquente.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Rui.jpg" rel="shadowbox[post-2536];player=img;"><img class="size-medium wp-image-2539" title="Rui" src="http://blogpautaquente.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Rui-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></a></strong><p class="wp-caption-text">Jornalista Rui Matos</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Amo a culinária regional e sei fazer todos os seus pratos. Ouço rasqueado, mas não dispenso qualquer outra forma de cultura agregada ao menu regional</em><strong> </strong></p>
<p>Por Rui Matos</p>
<p>Na primeira semana de abril fui a Salvador (BA) participar do Fórum Revista Ano 200, promovido pela Associação Baiana de Imprensa (ABI) e Revista Imprensa. O objetivo foi reunir 100 editores de revistas de todas as regiões do Brasil para discutir questões como, por exemplo, “porque as revistas morrem”? Também aprofundamos num <em>up-to-date </em>sobre o mercado nas últimas e nos próximas décadas.</p>
<p>Vi que o fechamento de revistas e jornais não é privilégio de Mato Grosso. Muitos veículos no país não andam bem das pernas. Dos 185 títulos de revistas mais vendidos em 2000, apenas 80 chegaram ilesos em 2012. No período, foram lançados outros 305 novos títulos, mas 162 deles foram descontinuados com menos de 5 anos de edição.</p>
<p>Vários são os fatores apontados, como má gestão, ausência de planejamento estratégico, foco caolho mas, sobretudo, prioridade da economia nas mídias imediatistas como a televisão, que abocanha sozinha quase metade do bolo publicitário no Brasil – R$28,45 bilhões em 2011, segundo o projeto ‘Inter-Meios, do Meio &amp; Mensagem.</p>
<p>Sem contar a Internet, que dá um “banho de audiência” em qualquer outro meio de comunicação. No Brasil há 42 milhões de pessoas acessando o Facebook, 34 milhões no Orkut, 12 milhões no Twitter, 3,2 milhões no Linkedin e outros 4,3 milhões no Google +, aproximadamente em 2011.</p>
<p>É lógico que não fui à Bahia apenas para filosofar sobre o futuro da mídia impressa. Fui passear também. Numa dessas andanças de praia em praia pensei muito sobre os temas do fórum da ABI.</p>
<p>Adicionei mais uma pitada de “causa mortis” e foi fácil observar que numa cidade como Salvador, de mais de 3,5 milhões de habitantes, nem todos são amantes do axé, capoeira e cultos afros. Basta olhar nas ruas para ver que nem todo baiano usa aquele visual que vemos costumeiramente nas bandas musicais que se proliferam nos programas de TV.</p>
<p>Se numa cidade onde apenas 49,2% é de origem africana e, destes, 54,9% pertence a classes sociais menos favorecidas, é evidente que qualquer revista que foque apenas na cultura regional esteja condenada à morte. Na Bahia estão escrevendo, comercialmente, para o público errado, ignorando os 36,3% de descendência européia, além dos 14,5% de origem indígena. Só para a população flutuante, de cerca de 20%, poderia se escrever uma revista de sucesso editorial.</p>
<p>Se na Bahia nem tudo é festa, por aqui também não temos apenas o rasqueado, pixé, arroz carreteiro e farofa de banana. Sem contar aquele sentimento “Déjà vu” quando abrimos uma revista, jornal, ou sintonizamos um programa de TV para ver pela milionésima vez imagens dos pratos regionais ou o batidão do rasqueado.</p>
<p>Amo a culinária regional e sei fazer todos os seus pratos. Em casa não dispenso uma piraputanga assada e um guaranazinho ralado. Tenho quase todos os CDs de rasqueado e sou fã incondicional do Guapo, um dos poucos que ainda tocam, cantam e compõem o rasqueado raiz. Também curto João Eloy, Roberto Lucialdo, Bolinha, Pescuma e Henrique &amp; Claudinho.</p>
<p>Não sou contra a cultura regional, mas acho interessante explorar também outros valores que já são nossos, tipicamente cuiabanos ou mato-grossenses. Há 20 anos temos na cidade a Banda Strauss, que magistralmente mistura o rasqueado ao bom e velho rock. Alias, já temos na capital mais bandas de rock que de rasqueado. Isso, sem contar a turma da bota e chapéu que hoje tocam onde antes se tocava apenas o “limpa banco”.</p>
<p>Aqui o churrasco gaúcho ganhou adereços cuiabanos e a famosa mandioca. No Sul não se comia churrasco com mandioca, mas com pão salgado ou doce. Mato Grosso não se resume a Cuiabá, Chapada dos Guimarães ou Pantanal. Já temos até festival de viola caipira e “japonês cuiabano”. A “moreninha cuiabana” já tem até concorrente: a “loirinha do CPA”. No <em>rappy hour</em> dos botecos o vinho também já disputa seu espaço com a cerveja, apesar do calor escaldante.</p>
<p>Quero dizer o seguinte: cometer os mesmos erros dos baianos e mandar a nossa mídia impressa para o necrotério. É preciso enxergar a sociedade com todas as suas facetas, inclusive as regionais. O desafio é continuar mostrando o arroz com pequi, mas com os temperos mineiros, goianos, nordestinos ou sulistas.</p>
<p>Como uma das últimas áreas de fronteira agrícola no país e, portanto, como uma das poucas alternativas para a migração de pessoas ligadas ao campo, Mato Grosso é, desde os anos 1960, um pára-raios de diferentes culturas. Saímos de 38 municípios em 1970 para 141 em 2012. Há três mandatos não temos um governador tipicamente mato-grossense. Dos 24 deputados estaduais atuais, apenas oito são nativos. Nas 141 prefeituras, mais de 70% de migrantes ocupam as principais cadeiras. No Judiciário, Ministério Público e iniciativa privada, idem. Hoje, com tanta miscigenação, o mix de regionalismo é bem maior do que se imagina e não pode ser ignorado.</p>
<p>Os números indicam que devemos bombardear com cultura regional? O mais inteligente seria turbinar ambas as fontes e saciar ambas as sedes. Talvez a morte de nossas revistas e jornais locais também esteja relacionada ao exagero continuado de cores, formas, cheiros e sabores tipicamente regionais. Resumindo: a mesmice.</p>
<p>Voltei de Salvador com essa convicção que, aliás, já percebia e praticava na Revista RDM há seis anos. Aproveitei o restinho da folga e dei um giro pela noite da cidade ouvindo sertanejo, MPB, Venerão e rock pelos bares. O cheiro mais forte era o de carne assada, pizza e até baguncinha feito em carrinhos de calçada. No final da noite, a única identidade tipicamente regional que encontrei foi o escaldado do Chopão. Mas valeu a pena. Antigo e novo juntos. Eita mistura, e que mistura boa. Quem ver e escrever, viverá!</p>
<p><em>Rui Matos é mato-grossense, editor das revistas RDM, de Mato Grosso; e Agenda, de Brasília (DF)</em></p>
<p><em>ruimatos@revistardm.com.br</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Porta-voz não tira folga</title>
		<link>http://blogpautaquente.com.br/2012/05/03/porta-voz-nao-tira-folga/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 18:25:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogpautaquente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tudo de Tudo]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[folga]]></category>
		<category><![CDATA[porta-voz]]></category>

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		<description><![CDATA[“É feriado, não dou entrevista”. As palavras do então secretário de saúde do Rio Grande do Norte, Domício  Arruda, surpreenderam o país, no mesmo dia em que a imprensa destacou a greve dos servidores da saúde e que afetou principalmente &#8230; <a href="http://blogpautaquente.com.br/2012/05/03/porta-voz-nao-tira-folga/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“É feriado, não dou entrevista”. As palavras do então secretário de saúde do Rio Grande do Norte, Domício  Arruda, surpreenderam o país, no mesmo dia em que a imprensa destacou a greve dos servidores da saúde e que afetou principalmente o atendimento do principal hospital do estado. A justificativa para explicar por que não daria entrevista não convenceu a opinião pública que espera responsabilidade e atitude de quem é autoridade. Mas aí fica a dúvida: autoridade que, portanto, é porta-voz de alguma instituição, tira folga?</p>
<div id="attachment_2532" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://blogpautaquente.com.br/wp-content/uploads/2012/05/aurea8.jpg" rel="shadowbox[post-2531];player=img;"><img class="size-medium wp-image-2532" title="aurea8" src="http://blogpautaquente.com.br/wp-content/uploads/2012/05/aurea8-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Consultora especializada em Media Training Aurea Regina </p></div>
<p>Existe folga para quem participa de uma escala de revezamento, ou seja, um tira folga para descanso e outro faz a substituição, sem que haja prejuízo na prestação do serviço. Como no caso em questão, secretário de estado não tem vice, ele nunca deve tirar folga. Claro que pode descansar, mas ao ser chamado para atender uma emergência, tem que se apresentar no posto rapidamente. A falta de entendimento do secretário potiguar não deixa dúvidas de que o cargo de porta-voz tem carga horária permanente, ainda mais em se tratando de serviço público, em que o representante institucional DEVE satisfações à sociedade.</p>
<p>Se ao ser solicitado para a entrevista, o secretário não sabia o que responder e que decisões tomar para driblar a crise, teria o recurso do pedido de tempo, ou seja, ao atender a imprensa (porque a recusa não se justifica nunca), poderia dizer que precisa de mais tempo para resolver a situação e que logo se pronunciaria. A resposta escolhida foi a pior: não dar entrevista porque é feriado é no mínimo, deselegante, e lhe custou a exoneração do cargo e quem sabe tenha restado o aprendizado sobre as funções de um porta-voz.</p>
<p><em>Artigo de autoria da jornalista, especializada em Media Training, Aurea Regina de Sá.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Daniela Romio lançou um Blog!</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 18:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogpautaquente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tudo de Tudo]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das nossas colaboradoras mais assíduas, enfim, lançou seu próprio blog: Linhas Tortas / Daniela Romio. E o Pauta Quente, lógico, não poderia deixar de divulgar essa boa notícia para os nossos leitores. Acessem, leiam, deliciem-se. Com certeza serão momentos &#8230; <a href="http://blogpautaquente.com.br/2012/05/02/daniela-romio-lancou-um-blog/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://blogpautaquente.com.br/wp-content/uploads/2012/05/daniela-romio1.jpg" rel="shadowbox[post-2521];player=img;"><img class="alignleft size-full wp-image-2527" title="daniela-romio" src="http://blogpautaquente.com.br/wp-content/uploads/2012/05/daniela-romio1.jpg" alt="" width="220" height="220" /></a>Uma das nossas colaboradoras mais assíduas, enfim, lançou seu próprio blog: <a href="http://www.danielaromio.blogspot.com.br/" target="_blank">Linhas Tortas</a> </em><em>/ Daniela Romio. E o Pauta Quente, lógico, não poderia deixar de divulgar essa boa notícia para os nossos leitores. </em></p>
<p><em>Acessem, leiam, deliciem-se. Com certeza serão momentos de boa leitura e puro prazer. Parabéns e sucesso com seu novo blog, Daniela!</em></p>
<p><em>Aqui do Pauta Quente, todo mundo já viu. Aproveitamos para &#8216;pescar&#8217; um dos textos e publicar aqui também.</em></p>
<p><strong>Sofá de mulher magra</strong></p>
<p>Uma  das coisas de que ele mais gostava era ficar deitado no sofá da sala. O  sofá era fofinho nos lugares certos e tinha braços que nem precisavam  de almofada para a gente deitar a cabeça. O assento do meio, um pouco  mais afundado que os outros, dava o formato ideal para a soneca durante o  jornal. A posição na sala ficara perfeita, depois de muito estudo:  deitado, ficava de costas para a claridade da janela, com a cesta de  revistas e controles bem à mão. O tecido de algodão azul, já meio  desbotado, era confortável no calor e quentinho no inverno.</p>
<p>Uma  das coisas que ela mais detestava no apartamento era o sofá velho da  sala. O modelo era antiquado, mas sem nenhuma bossa. Fora de moda, como  se diz. Os braços, arredondados e fofos, a incomodavam tanto quanto  qualquer parte arredondada e fofa que ousasse aparecer em seu próprio  corpo. Em tempos de ditadura da magreza, linhas retas eram tudo.</p>
<p>Mas  o sofá teimava em ser todo errado. A espuma no assento do meio já  estava vencida havia muito, dando a impressão constante de que um  hóspede acima do peso (rinoceronte? Elefante-marinho?) acabara de se  levantar dali. Mais uma coisa lembrando gordura. E aqueles pés? De  madeira, em formato de ânfora grega! Nada podia ser pior. Os seis pés  eram seis corpos femininos rechonchudos e voluptuosos a lembrá-la do que  aconteceria se ela descuidasse &#8220;isso&#8221; da dieta ou da academia. Manter  seu metro e setenta e cinco de ítalo-brasileira de 33 anos num manequim  38 não era fácil. O tecido azul medonho era só um requinte de crueldade,  em meio a tamanha tragédia.</p>
<p>E  ele teimava em manter o sofá. Dizia que era o seu canto no apartamento.  Onde podia pensar, descansar, resolver palavras cruzadas, assistir a  filmes, ouvir música, qualquer coisa. Até sexo já haviam tentado ali,  mas ela jamais conseguira se sentir <em>sexy</em> sobre um móvel tão gordo.</p>
<p>Ele  viajou por uma semana. Quando entrou em casa novamente, pensou ter  errado a porta. Mas o laço e o cartão estavam lá. &#8220;Um novo cantinho  especial para você&#8221;, dizia a letra dela no quadradinho de papel sobre  aquela aberração quadrada, de braços duros, toda estreita, com  revestimento de couro. E branco.</p>
<p>Como  é que ele poderia se sentir bem naquele sofá? Já não lhe bastava a  mulher, que, a cada ano depois de casada, ficava mais magra, mais reta,  mais dura? Agora, seu sofá fofinho e aconchegante se transformara em um  sofá de dieta. Um sofá lipado! E de couro. E branco! Como pôr os pés em  cima daquele sofá?</p>
<p>Sem  seu último elo com aquela casa e com aquela vida, ele se viu sem rumo.  Ela chegou e não entendeu o desespero dele. Mais tarde, diria aos amigos  que ele parecia ter perdido um parente, não apenas o sofá velho que ela  tivera que doar: &#8220;Nenhum pregão quis!&#8221;.</p>
<p>Ele  não descansou enquanto não localizou a casa da irmã da faxineira, que  ficou feliz em vender de volta, por uma quantia módica, seu  recém-ganhado sofá. Vendeu também uma geladeira seminova, pequena, de  gente solteira. O sofá e a geladeira foram os primeiros móveis que ele  levou para o apartamento novo, em outro prédio, em outro bairro, que ele  foi mobiliando sozinho, após longas visitas às lojas de móveis usados. E  ele foi feliz de novo.</p>
<p>Ela  também tentava ser feliz, em harmonia plena com seu sofá de gente  moderna e magra. Mas chorava, às vezes, de saudade, abraçada à velha  calça<em>jeans</em> tamanho  44, que ainda guardava escondida no armário e que era sua favorita  quando o conhecera, linda e segura de si, num tempo em que era tão  jovem, tão inexperiente, tão sábia.</p>
<p><em>Daniela Lepinsk Romio, jornalista, cronista e opositora à ditadura das balanças e calças jeans 40 que parecem 14.</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A vida é um banquete</title>
		<link>http://blogpautaquente.com.br/2012/04/20/a-vida-e-um-banquete/</link>
		<comments>http://blogpautaquente.com.br/2012/04/20/a-vida-e-um-banquete/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 17:49:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogpautaquente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tudo de Tudo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Rose Domingues Estava no ônibus a caminho do centro de Cuiabá quando li o texto. O barulho, as pessoas passando, o calor escaldante, o entra-e-sai, mas eu estava ali com as palavras sábias de Epitecto. Foi um momento perfeito. &#8230; <a href="http://blogpautaquente.com.br/2012/04/20/a-vida-e-um-banquete/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Rose Domingues</em><strong></strong></p>
<p>Estava no ônibus a caminho do centro<a href="http://blogpautaquente.com.br/wp-content/uploads/2012/04/ROSE-PERFIL.jpg" rel="shadowbox[post-2516];player=img;"><img class="alignright size-medium wp-image-2517" title="Rose Domingues" src="http://blogpautaquente.com.br/wp-content/uploads/2012/04/ROSE-PERFIL-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a> de Cuiabá quando li o texto. O barulho, as pessoas passando, o calor escaldante, o entra-e-sai, mas eu estava ali com as palavras sábias de Epitecto. Foi um momento perfeito. &#8216;Encare a vida como um banquete&#8217;. Mas o que isso quer dizer? Vamos lá, pense em sua vida como se ela fosse um banquete em que você precisasse comportar-se com elegância. Quando as travessas forem passadas para você, estenda a mão e sirva-se de quantidades moderadas. Se uma travessa não lhe for passada, saboreie o que já está no seu prato. Ou, se a travessa ainda não lhe foi passada, espere pacientemente a sua vez. Mantenha essa mesma atitude de contenção e gratidão delicadas no trato com seus filhos, cônjuge, carreira e finanças. Não há necessidade de ansiar por alguma coisa, invejar ou apoderar-se seja do que for. Você receberá sua devida porção quando chegar a sua vez. Diógenes e Heráclito foram modelos impecáveis de pessoas que viveram de acordo com esses princípios em vez de se deixarem levar por impulsos desprezíveis. Tenha como objetivo imitar o valioso exemplo deles. Eu chorei. Chorei porque nem sempre me comporto assim.</p>
<p>Como hoje, na fila de espera para comprar o ingresso do cinema. Dei um ataque de nervos porque o horário da sessão estava extrapolado, precisei correr até o caixa para sacar dinheiro, enfrentar duas vezes a fila e quando chegou a minha vez três pessoas passaram na minha frente porque o caixa vago só passava cartão e cartão Mastercard (que não é o meu tipo). Mas a sensação de arrependimento tomou conta de mim logo que respirei fundo e entrei na sala do cinema. Que vergonhoso perder a paciência. O que a moça do caixa tem a ver com isso? O que o mundo tem a ver com meu descontrole emocional? Blasfemar não resolveu o problema. Esperar a minha vez, pacientemente, sim.</p>
<p>Ao sair do filme ansiava por pedir desculpas. Por que não? Com um chocolate nas mãos, uma cara bem lavada, cheguei para a jovem que estava no caixa do cinema: &#8216;Me desculpe a falta de gentileza com você, nada justifica a minha atitude&#8217;. Não doeu, não fez cair a minha língua, porém encheu meu coração de esperança, vai chegar um dia que eu realmente serei alguém melhor, melhor mesmo. Alguém que vai ser a própria verdade e não precisará mais gritar &#8216;isto é certo, isto é errado&#8217;. Alguém que simplesmente não se irritará, apenas agirá dentro das leis do universo, da natureza. Porque não importa o que os outros são ou façam ou digam, importa é a gente estar agindo adequadamente. Você também consegue, preste atenção aos detalhes, são eles que conferem elegância. Namastê!</p>
<p><strong>*Rose Domingues</strong>, editora da Revista Única, mãe do Pedro e da Júlia, <a href="mailto:rosedomingues@revistaunicaonline.com.br">rosedomingues@revistaunicaonline.com.br</a>, alguém que adora escrever no próprio blog: http://www.abracadabradasideias.blogspot.com.br/</p>
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		<title>O verdadeiro desafio do jornalismo nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 20:52:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogpautaquente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tudo de Tudo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Cleyton Carlos Torres / Observatório da Imprensa O maior desafio do jornalismo digital em relação às redes sociais não é, necessariamente, as redes sociais. O fenômeno do compartilhamento frenético de conteúdo fez com que o jornalismo se acusasse em &#8230; <a href="http://blogpautaquente.com.br/2012/04/12/o-verdadeiro-desafio-do-jornalismo-nas-redes-sociais/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogpautaquente.com.br/wp-content/uploads/2012/04/redes-sociais.jpg" rel="shadowbox[post-2511];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-2514" title="redes-sociais" src="http://blogpautaquente.com.br/wp-content/uploads/2012/04/redes-sociais-300x253.jpg" alt="" width="274" height="232" /></a>Por Cleyton Carlos Torres / Observatório da Imprensa</p>
<div id="ffont">
<p>O maior desafio do jornalismo digital em relação às redes sociais não  é, necessariamente, as redes sociais. O fenômeno do compartilhamento  frenético de conteúdo fez com que o jornalismo se acusasse em certos  pontos e momentos, porém avançasse em determinados contextos que talvez  não necessitassem tanta preocupação. Vale a máxima de que distribuir o  mesmo conteúdo em diversas plataformas não é estratégia; é preguiça.</p>
<p>Com a apropriação das redes sociais nas redações, o jornalismo deparou  muito mais com um problema de gestão do que de produção e adequação. A  gestão, aqui, vai além de novos modelos de negócio. O grande desafio  para o jornalismo é a gestão engessada de visão e comportamento que não  se concilia com o atual momento vivido pela informação online. É como  encaixar uma peça redonda em um buraco quadrado.</p>
<p>Perder o controle da informação, produzir um plano editorial individual  para cada canal social e, ao mesmo tempo, ser capaz de integrar todos  os meios, é um desafio de gestão, não apenas de produção. O jornalismo  digital que quer usufruir das redes sociais precisa ter em mente que há  curadores de conteúdo tão influentes quanto veículos “oficiais”  oferecendo análises tão profundas ou furos tão extraordinários quanto  qualquer mídia tradicional.</p>
<p><strong>Pensamento crítico</strong></p>
<p>E é exatamente esse aparente “conflito” gerado pelos novos  “concorrentes” que faz o jornalismo se perder em alguns pontos. Não que o  jornalismo digital não saiba utilizar as redes sociais, o problema é  como ele quer utilizar. Muitas empresas querem chegar de terno e gravata  nas redes sociais, sendo que o ambiente vigente e outro. O jornalismo  quer adentrar a <em>timeline</em> dos usuários da mesma forma que o impresso às 7 da manhã chegava todos os dias na sua casa: sem diálogo.</p>
<p>Esse diálogo não deve se estabelecer em uma estrutura artificial de  conversa, onde algumas menções e citações sejam consideradas um  bate-papo de mão dupla com os usuários. O jornalismo de dados, por  exemplo, vai muito além de destrinchar as informações através dos novos  padrões de se produzir informação; vai direto ao ponto de reformular a  gestão atual do jornalismo.</p>
<p>Era mais conveniente deter total controle sobre as direções em que as  informações as jornalísticas trafegam. Era uma gestão onde se possuía o  controle da produção, da publicidade e, principalmente, dos pensamentos  críticos acerca do conteúdo oferecido e da própria empresa de  comunicação. Com as redes sociais tudo isso é profundamente alterado,  sofrendo um impacto que “prejudica” o modelo tradicional de gestão que  até então era tido como único. É mais do que uma questão de ego; é uma  pura questão de zona de conforto.</p>
<p><em>Cleyton Carlos Torres é jornalista, pós-graduado em assessoria de  imprensa, gestão da comunicação e marketing e pós-graduado em política e  sociedade no Brasil contemporâneo</em></p>
</div>
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